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Arquivo para a categoria ‘Pets’

Tenho pena dos animais abandonados do futuro

Todas as crianças próximas a mim demonstram que o futuro será negro para os animais abandonados. Hoje as crianças não são mais acostumadas com cachorro, gato, papagaio como eram no passado. Pelo contrário: demonstram até um medo incompatível. As crianças com as quais convivo pouco se interessam por bichos, com pais que não vêem a necessidade de explicar para elas que aqueles animais são seres vivos, fiéis, amigos e que merecem todo nosso respeito e esforço.
 
Com base nisso, quem vai cuidar dos bichos abandonados do futuro? Quem vai tentar impedir a crueldade das pessoas más? Quem vai tirar grana do próprio bolso em nome dessa causa tão nobre? Acho que no futuro LHASA-APSO E SHI-TZU serão sinônimos de cachorro, infelizmente.
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Viola, violão, violino

Este é meu novo cachorro, um Basset Hound chamado Viola, muito ranheta e chorão, mas que é bem bacana. Neste exato momento ele está ferrado no sono, junto com seu amigo Pinguinho. Daqui a pouco ele chora de novo!
 
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Ela continua…

A Saudade continua… De tudo. Do latido, da companhia, da personalidade. Há exatamente um mês atrás perdi meu cachorro. É duro descrever o sentimento da gente, que fica quando o ápice da dor vai embora, mas não é preenchida totalmente pela saudade boa. Fica um gosto amargo, uma vontade de gritar, de falar pra todo mundo que seu melhor amigo morreu. É difícil descrever, mas é ainda mais difícil sentir. De qualquer forma este espaço é feito pra isso, pra lembrar tudo de bom que o MAX me trouxe. Fica com Deus MAX.
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O melhor amigo

Dia 9 de fevereiro deste ano perdi o melhor amigo que tive na vida: MAX, um Terrier Brasileiro, ou Fox Paulistinha como queiram, de 14 anos e 4 meses. Ele passou mais da metade da minha vida comigo e seu desaparecimento não é uma coisa fácil de aceitar.
 
Quando eu tinha 12 anos, perto de completar 13, minha mãe me perguntou se eu não queria um cachorro de Natal. Isso foi em dezembro de 1992. Como sempre gostamos dos cachorros de minha tia, que eram da mesma raça, minha mãe sugeriu um Terrier Brasileiro. Através de um anúncio de jornal, lembrem-se que não existia Internet, achamos uma criadora na Lapa. Bom, daí pra ir buscar o cachorro foi um pulo e lembro até hoje do comentário da dona: "Pega esse que é o mais espertinho"! Foi o que fizemos. O resultado disso foi um filhote brincalhão, engraçado, que se tornaria o cachorro mais influente que minha família já teve.
 
Dos 27 anos que vivi, mais de 14 foram vividos com MAX. Aliás este nome foi dado por meu irmão, inspirado no líder da banda Sepultura, Max Cavalera. Na época eles eram grandes demais! Impossível não lembrar dos primeiros dias vividos com MAX, quando ele dormia numa caixinha, dentro do meu quarto. Eu recortei um pedaço da caixa para que pudesse fazer carinho sem que eu morresse de torcicolo. Só assim ele não chorava! Depois, já no quintal, passou a ser um excelente cão de guarda, atento à tudo e todos, respeitado até pelos vizinhos.
 
Os passeios na rua, que deveriam ter sido em maior número, eram um desafio! Ele simplesmente não tolerava qualquer outro cachorro que cruzava seu caminho e puxava que nem um louco para poder brigar. Uma vez na Praia Grande, eu lembro dele ter tentado atacar um cachorro que tinha mais que o dobro de seu tamanho. É lógico que o outro dono acabou reclamando.
 
Ele passou 4 Copas do Mundo com a gente, o que lhe garantiu bons churrascos! Em 1994, enquanto seus donos comemoravam algum gol do Brasil, ele simplesmente comeu metade de uma picanha, numa boa, sem que ninguém percebesse. MAX era um cachorro faminto, muito mal acostumado, que queria tudo que a gente estivesse comendo, aliás como todo bom cachorro deve ser.
 
Ele faz muita falta, seus rompantes de cão de guarda na garagem, seus pulos na porta, seu latido forte e acima de tudo sua lealdade ficarão para sempre na minha memória e de minha família. Nunca tivemos um cachorro que tivesse durado tanto e que estivesse de tal forma inserido no meu cotidiano, que é difícil desassociar a minha imagem da imagem dele. Acredito que eu deva estar um pouco mudado agora, mesmo que involuntariamente. Estou totalmente desacostumado a não ter o MAX para me fazer companhia. Ele pedia tão pouco em troca.
 
Uma insuficiência renal levou meu melhor amigo, mas não conseguiu varrer do mapa nem uma lembrança sequer. Todas estarão guardadas para sempre no meu coração. Um clichê que é o maior lugar comum de todos, mas que continua sendo verdade: o melhor amigo que um homem pode ter é um cachorro, ainda mais quando ele passa tanto tempo do nosso lado.
 
MAX, aonde você estiver, lata bem forte por mim e por toda sua família, que gostou muito de você.
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Saudades

É pessoal, a Rhanna se foi. Não consigo nem acreditar, mas espero que tudo esteja bem com ela. Só fica uma saudade imensa.
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Rhanna

Estou triste, mas ao mesmo tempo torcendo. Minha namorada tem uma Cocker fêmea, que se chama Rhanna. Pois bem, depois de uma cirurgia de mama mal feita, ela acabou desenvolvendo uma gastrite que infelizmente não quer sarar. Talvez ela tenha que ser sacrificada, para parar de sofrer. Nos últimos dias ela piorou demais, mas mesmo assim eu resisto em perder as esperanças. Força Rhanna, quero que você fique entre a gente por mais alguns anos ainda…
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